Como trabalhamos

Diagnóstico, plano, execução e aprendizado — com portão em cada passagem.

O que impede a verba de crescer em cima de número que ninguém conferiu, e como você acompanha cada decisão.

Como trabalhamos

Cinco etapas. A segunda é um portão.

Você acompanha cada uma no painel — com data, responsável e o que ficou decidido.

01 Diagnóstico Negócio, concorrência, histórico de campanha e o caminho que seu cliente faz até comprar. Portão — nada passa sem isso
ETAPA 01

Diagnóstico

Olhamos o negócio, a concorrência, o histórico de campanha e o caminho que seu cliente faz até comprar. Gratuito e sem compromisso — você sai com as conclusões mesmo que não feche.

ETAPA 02

Medição

Instalamos e conferimos o que mede suas vendas — e checamos contra o seu próprio banco de dados. Enquanto o número não bate, ninguém troca anúncio, público ou verba. É aqui que a maioria das agências pula etapa.

ETAPA 03

Estratégia e economia

Oferta, público, canal e o teto do que faz sentido pagar por cliente — calculado a partir da sua margem, não de benchmark de internet. Plano por escrito, aprovado por você antes de qualquer produção.

ETAPA 04

Execução governada

Criativo, copy, página e campanha — criada pausada, com tudo revisado contra o plano. Você aprova e a gente ativa, com relatório rodando desde o primeiro dia de veiculação.

ETAPA 05

Escala por evidência

O que provou retorno recebe mais verba. O que não provou é cortado por amostra suficiente, não por opinião — e a decisão fica registrada com o motivo, para ninguém repetir o erro daqui a seis meses.

Três regras que não se negociam
01

Campanha nasce pausada.

Nada vai ao ar por iniciativa nossa. O gasto começa quando você autoriza — e nunca antes.

02

Número sem fonte não vira relatório.

O navegador propõe, o servidor confirma, o banco decide. Se as fontes não fecham, a gente diz isso — em vez de inventar um gráfico bonito.

03

Plano aprovado é contrato.

Travou no meio do caminho, a gente para e te avisa. Ninguém troca a estratégia combinada sem falar com você.

O que costuma dar errado

Quase toda verba desperdiçada morre no mesmo lugar: ninguém sabia o que estava sendo medido.

Anúncio bonito com medição quebrada entrega o pior inventário disponível — e o relatório do mês ainda mostra “resultado”. A diferença entre gastar e investir está antes do anúncio.

Agência comumAqui
01 Anúncio no ar antes de saber o que conta como venda Medição fechada e conferida contra o banco antes do primeiro real
02 Relatório com números que só existem no painel da agência Todo indicador com fonte declarada — estimativa vem marcada como estimativa
03 “Vamos testar criativo” como resposta para qualquer problema Diagnóstico aponta o degrau exato onde o cliente desiste
04 Verba escalada porque o mês foi bom, sem saber por quê Escala só depois de evidência: amostra suficiente, não intuição
05 Você só descobre o que mudou quando o resultado cai Cada decisão registrada com data, motivo e quem aprovou
O diferencial

A agência tem um sistema operacional — e ele é nosso.

Não é planilha compartilhada nem quadro de tarefas. É um console onde cada etapa do seu projeto vira registro versionado: o que foi investigado, planejado, revisado, publicado e o que os dados disseram depois. Nada existe só na cabeça de um gestor.

Estratégia
DireçãoPesquisa de mercadoConcorrênciaPosicionamentoEconomia do negócio
Mídia
Head de mídiaMeta AdsGoogle AdsCRO e landingSEO
Criação
Direção de criaçãoRedaçãoDesignRoteiro de vídeoSocial mediaRevisão
Dados
Engenharia de dadosAnáliseIntegraçõesConversa com IAGestão de conta
Cada frente acima tem responsável e método próprios — da pesquisa de mercado ao relatório do mês.
Histórico Versão, não sobrescrita Plano v2 não apaga o v1. Dá para voltar e ver exatamente o que foi combinado em cada data.
Aprovação Aprovação presa à versão Aprovou a peça v1? Se ela mudar, volta para você. Aprovação antiga não vale para material novo.
Publicação Portão que fecha por padrão Faltou medição, aprovação ou verificação, a publicação não acontece. Zero chamada à Meta, zero gasto.
Do seu lado

Você acompanha o que está acontecendo.

O que está sendo analisado, o que foi aprovado, o que está em teste e qual é a próxima decisão — tudo no mesmo lugar, com data e responsável. Você não precisa pedir status: ele já está lá.

Nada acontece na sua conta sem aparecer aqui. Quando algo depende de você, fica marcado como aguardando você — e enquanto isso, nada sobe.

Quando alguma coisa trava, você vê o motivo no mesmo instante que a gente, em vez de descobrir no relatório do fim do mês.

QuandoO que aconteceuQuem
há 12 diasDiagnóstico do negócio concluídoEstratégia
há 9 diasTeto de custo por cliente calculado a partir da sua margemDados
há 5 diasMedição conferida contra o seu banco — bateuEngenharia
ontem 08:55Plano de campanha, versão 3 — enviado para você aprovarvocê
ontem 09:026 peças criadas — na sua fila de aprovaçãovocê
hoje 10:30Campanha criada e pausada. Nenhum real gasto até você autorizarMídia
agoraTeste de dois públicos rodandoMídia

Por baixo
Cada etapa é um registro versionado no nosso sistema, com quem fez, quando e sobre qual versão. Aprovação vale para a versão exata: peça alterada volta para você aprovar de novo.

Antes de aumentar a verba

Quanto vale a pena pagar por um novo cliente?

Antes de aumentar o investimento, olhamos quanto você ganha em cada venda, quanto o cliente costuma comprar ao longo do tempo e quanto sobra depois dos custos. A partir daí sabemos até onde faz sentido investir — e quando parar.

Passo 1Quanto sobra na venda O que resta depois do custo do produto, das taxas e do que você paga para entregar.
Passo 2Quanto o cliente vale Uma compra só, ou ele volta? Quem tem recompra pode pagar mais caro para conquistar.
Passo 3O teto por cliente O máximo que dá para gastar conquistando alguém sem que a conta fique no vermelho.
Passo 4Quando escalar Só depois que o número real ficar abaixo do teto. Antes disso, aumentar verba multiplica prejuízo.

Por baixo
Margem de contribuição, recorrência e valor do cliente no tempo alimentam o custo máximo de aquisição e o retorno de equilíbrio. Conta feita por código, com os números do seu negócio — não por benchmark de internet.

O que fica

Cada campanha ensina alguma coisa.

Quando um teste termina, guardamos o que funcionou, o que não funcionou e o que aprendemos com isso. A próxima campanha começa com esse conhecimento — não do zero.

TentamosUma ideia por vez, com critério de sucesso definido antes de começar.
MedimosCom número conferido na fonte, não com impressão de quem olhou o painel.
AprendemosO que o resultado diz sobre o seu cliente — inclusive quando o resultado é ruim.
Próximo testeComeça de onde o anterior parou, com uma pergunta melhor.
Na prática

Um teste mostrou que falar do custo que o cliente já paga convencia mais do que falar de facilidade. A campanha seguinte não “testou tudo de novo”: partiu daí e foi atrás do próximo porquê.

Por baixo
Cada experimento fica registrado com hipótese, período, resultado e decisão. Ideia não vira aprendizado: só experimento fechado, com resultado medido, entra no histórico do seu negócio.

Antes de chegar em você

O método é testado antes de virar decisão na sua conta.

Quando uma hipótese falha, ela falha aqui — na nossa própria operação, com dinheiro nosso. O aprendizado chega antes da verba.

Todo evento é conferido contra o servidor e contra o banco — número que não fecha entre as duas fontes vira alerta, não relatório. Hipótese não vira aprendizado: só experimento fechado, com resultado medido, entra no histórico. E sem amostra suficiente não escala — o corte também é por evidência, com o motivo registrado, para ninguém repetir o erro daqui a seis meses.

O diagnóstico que você recebe não começa do zero. Começa do que já quebrou em outro lugar.

Quer ver isso aplicado ao seu negócio?