Diagnóstico, plano, execução e aprendizado — com portão em cada passagem.
O que impede a verba de crescer em cima de número que ninguém conferiu, e como você acompanha cada decisão.
Cinco etapas. A segunda é um portão.
Você acompanha cada uma no painel — com data, responsável e o que ficou decidido.
Diagnóstico
Olhamos o negócio, a concorrência, o histórico de campanha e o caminho que seu cliente faz até comprar. Gratuito e sem compromisso — você sai com as conclusões mesmo que não feche.
Medição
Instalamos e conferimos o que mede suas vendas — e checamos contra o seu próprio banco de dados. Enquanto o número não bate, ninguém troca anúncio, público ou verba. É aqui que a maioria das agências pula etapa.
Estratégia e economia
Oferta, público, canal e o teto do que faz sentido pagar por cliente — calculado a partir da sua margem, não de benchmark de internet. Plano por escrito, aprovado por você antes de qualquer produção.
Execução governada
Criativo, copy, página e campanha — criada pausada, com tudo revisado contra o plano. Você aprova e a gente ativa, com relatório rodando desde o primeiro dia de veiculação.
Escala por evidência
O que provou retorno recebe mais verba. O que não provou é cortado por amostra suficiente, não por opinião — e a decisão fica registrada com o motivo, para ninguém repetir o erro daqui a seis meses.
Campanha nasce pausada.
Nada vai ao ar por iniciativa nossa. O gasto começa quando você autoriza — e nunca antes.
Número sem fonte não vira relatório.
O navegador propõe, o servidor confirma, o banco decide. Se as fontes não fecham, a gente diz isso — em vez de inventar um gráfico bonito.
Plano aprovado é contrato.
Travou no meio do caminho, a gente para e te avisa. Ninguém troca a estratégia combinada sem falar com você.
Quase toda verba desperdiçada morre no mesmo lugar: ninguém sabia o que estava sendo medido.
Anúncio bonito com medição quebrada entrega o pior inventário disponível — e o relatório do mês ainda mostra “resultado”. A diferença entre gastar e investir está antes do anúncio.
A agência tem um sistema operacional — e ele é nosso.
Não é planilha compartilhada nem quadro de tarefas. É um console onde cada etapa do seu projeto vira registro versionado: o que foi investigado, planejado, revisado, publicado e o que os dados disseram depois. Nada existe só na cabeça de um gestor.
- Estratégia
- DireçãoPesquisa de mercadoConcorrênciaPosicionamentoEconomia do negócio
- Mídia
- Head de mídiaMeta AdsGoogle AdsCRO e landingSEO
- Criação
- Direção de criaçãoRedaçãoDesignRoteiro de vídeoSocial mediaRevisão
- Dados
- Engenharia de dadosAnáliseIntegraçõesConversa com IAGestão de conta
Você acompanha o que está acontecendo.
O que está sendo analisado, o que foi aprovado, o que está em teste e qual é a próxima decisão — tudo no mesmo lugar, com data e responsável. Você não precisa pedir status: ele já está lá.
Nada acontece na sua conta sem aparecer aqui. Quando algo depende de você, fica marcado como aguardando você — e enquanto isso, nada sobe.
Quando alguma coisa trava, você vê o motivo no mesmo instante que a gente, em vez de descobrir no relatório do fim do mês.
Por baixo
Cada etapa é um registro versionado no nosso sistema, com quem fez, quando e sobre qual versão. Aprovação vale para a versão exata: peça alterada volta para você aprovar de novo.
Quanto vale a pena pagar por um novo cliente?
Antes de aumentar o investimento, olhamos quanto você ganha em cada venda, quanto o cliente costuma comprar ao longo do tempo e quanto sobra depois dos custos. A partir daí sabemos até onde faz sentido investir — e quando parar.
Por baixo
Margem de contribuição, recorrência e valor do cliente no tempo alimentam o custo máximo de aquisição e o retorno de equilíbrio. Conta feita por código, com os números do seu negócio — não por benchmark de internet.
Cada campanha ensina alguma coisa.
Quando um teste termina, guardamos o que funcionou, o que não funcionou e o que aprendemos com isso. A próxima campanha começa com esse conhecimento — não do zero.
Um teste mostrou que falar do custo que o cliente já paga convencia mais do que falar de facilidade. A campanha seguinte não “testou tudo de novo”: partiu daí e foi atrás do próximo porquê.
Por baixo
Cada experimento fica registrado com hipótese, período, resultado e decisão. Ideia não vira aprendizado: só experimento fechado, com resultado medido, entra no histórico do seu negócio.
O método é testado antes de virar decisão na sua conta.
Quando uma hipótese falha, ela falha aqui — na nossa própria operação, com dinheiro nosso. O aprendizado chega antes da verba.
Todo evento é conferido contra o servidor e contra o banco — número que não fecha entre as duas fontes vira alerta, não relatório. Hipótese não vira aprendizado: só experimento fechado, com resultado medido, entra no histórico. E sem amostra suficiente não escala — o corte também é por evidência, com o motivo registrado, para ninguém repetir o erro daqui a seis meses.
O diagnóstico que você recebe não começa do zero. Começa do que já quebrou em outro lugar.